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EXTRA! EXTRA!! Saiu no jornal!! “Duas patas bom, quatro patas ruim”

Eu recebi no whatsapp uma lista de órgãos internacionais de imprensa que têm publicado matérias e editorais demonstrando uma ENORME e HISTÉRICA preocupação com a possibilidade do povo brasileiro eleger Jair Bolsonaro presidente do país1, a mesma imprensa que praticamente se cala quando o assunto é Coreia do Norte, Venezuela, Cuba, por exemplo, a mesma imprensa que não cansava de repetir que Lula era o “cara”.

Nos canais de comunicação brasileiros, as manchetes se repetem e se reportam às manchetes internacionais para lhes dar credibilidade e seriedade.

Bem, se os jornalistas e analistas entendem que o Bolsonaro é um risco muito grande isso significa que entendem que o PT não representa risco nenhum ou um risco menor, certo?

E se toda a imprensa mundial está assim unanimemente em estado de alerta, significa que eles estão certos e a grande maioria do povo brasileiro, inculta e tosca, está errada, certo?

ERRADO!!

O grito da maioria nunca representou a voz da verdade e da razão.

Nós bem sabemos que Rousseau com a sua volonté générale não passa de uma grande asneira.

O professor Olavo de Carvalho tratou disso em seu artigo O imbecil coletivo, que deu nome ao seu livro recentemente relançado, explicando-nos como se instalou em nossas universidades e nos mais diversos meios intelectuais por essas bandas essa ideia sustentada por Gramsci e Rorty de que vale mais o número de pessoas que adere a certas ideias do que se esta é verdadeira ou falsa.

Tanto Gramsci quanto Rorty negam que o conhecimento humano possa descrever o real, e declaram que a única finalidade dos nossos esforços culturais e científicos é expressar desejos coletivos. Para um e para outro, não há conceitos universais, nem juízos universais válidos, mas pode-se “criar” universais pela propaganda, fazendo todas as pessoas compartilharem das mesmas crenças, ou melhor, das mesmas ilusões. A função da intelectualidade é, portanto, gerar essas ilusões e, como diz Rorty, “inculcá-las gradualmente” na cabeça do povo. Eles divergem somente quanto à identidade do intelectual: para Rorty, ele se constitui da comunidade acadêmica; para Gramsci, é o Partido ou “intelectual coletivo”.

Essas duas entidades fantasmagóricas, incumbidas de dirigir as consciências de seres desprovidos de consciência, e formadas elas mesmas de indivíduos que por si não tem consciência nenhuma, têm em comum o maior desprezo por argumentos e provas, e um gosto pronunciado pela ação psicológica que vai moldando os sentimentos da massa sem dar margem à discussões nem prestar satisfações à exigência de uma “verdade”.”

Entre intelectuais e intelectuais, fico com os tradicionais e não orgânicos, Olavo de Carvalho e G.K. Chesterton, este com sua máxima : Right is right even if nobody does it. Wrong is wrong even if everybody is wrong about it.”

Nesses últimos anos em que o Brasil passa de um escândalo a outro, em que o cidadão comum fica perdido numa guerra de narrativas, vejo um número cada vez maior de pessoas indignadas com o comportamento de jornalistas, juristas, artistas e toda a categoria de seres ditos falantes no cenário cultural, pois percebem seu discurso totalmente desconectado da realidade e da verdade, sem entender por que isso acontece.

E eu fico me perguntando se ainda há algum brasileiro, que não tenha sido lobotomizado pela esquerda, que ainda acredita em algum órgão de imprensa, seja nacional ou seja internacional.

Penso que há e é para esses compatriotas de boa-fé, que ainda desconhecem como funcionam a imprensa e os intelectuais orgânicos (termo usado por Gramsci para indicar qualquer indivíduo que possa influenciar a massa e que atue em prol do “Partido”), que eu vou doar um pouquinho do meu tempo.

O livro Recordações do escrivão Isaias Caminha, de Lima Barreto, é um verdadeiro manual sobre a imprensa brasileira, ele nos mostra como os jornalistas e donos de jornais já fabricavam fatos como se fossem verdades incontestáveis no início do século XX, e como se acham aptos a determinar o comportamento de toda uma nação:

“O pensamento comum dos empregados em jornais é que eles constituem, formam o pensamento do nosso país, e não só formam, mas “são a mais alta representação dele”. Fora deles, ninguém pode ter talento e escrever, e, por pensarem assim, hostilizam a todos que não querem aderir à sua grei, impedem com a sua crítica hostil o advento de talentos e obras, açambarcam as livrarias, os teatros, as revistas, desacreditando a nossa provável capacidade de fazer alguma coisa digna com as suas obras ligeiras e mercantis.

No meio daquele fervilhar de ambições pequeninas, de intrigas, de hipocrisia, de ignorância e filáucia, todas as coisas majestosas, todas as grandes coisas que eu amara, vinham ficando diminuídas e desmoralizadas.
…. (…)
À vista disso, à vista dessa incompetência geral para julgar, da ligeireza e dos extraordinários resultados que obtinham com tão fracos meios, impondo os seus protegidos, os seus favoritos, fiquei tendo um imenso desprezo, um grande nojo, por tudo quanto tocava às letras, à política e à ciência, acreditando que todas as nossas admirações e respeitos não são mais que sugestões, embustes e ilusões, fabricados por meia dúzia de incompetentes que se apoiam e se impuseram à credulidade pública e à insondável burrice da natureza humana.”

Os “penas de aluguel” são antigos na nossa história e na nossa literatura. Graciliano Ramos também retrata esses sujeitos no livro São Bernardo, no qual há uma personagem, o tal Castro, jornalista da capital, que extorquia Paulo Honório, o personagem principal, reiteradamente, e quando parou de receber sua propina, destruiu a reputação do sujeito.

Ah, mais isso é pura ficção de um autor de imaginação fértil!!

Na manhã seguinte ao primeiro turno dessas eleições, o Brasil assistiu, estupefato, uma jornalista da maior rede de comunicação praticamente pedir voto para um dos candidatos, e o mesmo já acontecerá na véspera da eleição em emissora do mesmo grupo, sempre com a velha roupagem da defesa da “democracia”.

Meu amigo, você realmente acredita que é coincidência o fato de todos os grandes veículos de comunicação falarem sempre das mesmas coisas e com o mesmo viés, no mundo inteiro? Se você acredita, quem vive num mundo de imaginação e de ficção é você.

Alexandre Costa, em Introdução à nova ordem mundial, resume como jornais, revistas, rádios, televisões e internet têm sido usados de forma eficiente para controlar a população e formar um pensamento único que seja do interesse dos poderosos, de políticos, de tiranos e de magnatas.

COM A INVENÇÃO DA PRENSA automática de Gutenberg, líderes políticos das mais variadas tendências perceberam o potencial político que reside na possibilidade de fazer milhares de cópias de um mesmo documento. Desde então forças políticas e financeiras têm perseguido o sonho de controlar a imprensa com afinco e dedicação, seja pela simples aquisição, pelo financiamento ou legislação.

Assim como tiranos, magnatas perceberam que poderiam não apenas garantir o seu poder, mas ampliá-lo consideravelmente disseminando as notícias certas. Vista desde o início como um eficiente instrumento de poder, ao longo do século XX a arte da comunicação recebeu as mais diversas contribuições no campo intelectual e financeiro, transformando-se em uma ciência da persuasão.

A incrível evolução das técnicas de comunicação de massa ocorridas durante o século XX coincidiu com a concentração dos grandes grupos. Jornais, revistas, rádio, televisão e Internet ampliaram o alcance das fontes de informação e o poder de seus controladores. O uso deste poder tornou-se uma ciência que vem sendo aplicada diariamente, como mostram os estudos de Elisabeth Noelle-Neumann sobre a “Espiral do silêncio”, que tiveram início nos anos 60 do século XX.

A título de exemplo, no início do século XX existiam cerca de 500 grandes grupos de comunicação nos EUA, após a Segunda Guerra Mundial eram 50 e na primeira década do século XXI, meia dúzia. Outro exemplo de concentração ainda maior são as agências de notícias. Quase tudo que o brasileiro recebe de notícias internacionais foram compradas das mesmas agências de notícias (BBC, Associated press, EFE, France press e Reuters), todas elas pertencentes aos conglomerados que também controlam os seis grandes grupo de mídia e os quatro grandes da publicidade. Todos eles dirigidos por membros do Clube Bilderberg.

Esta concentração de sócios se reflete em uma homogeneização das informações e é facilmente comprovada pela igualdade de escolha, destaque e peso dados por jornais diferentes às mesmas notícias. Como acreditar que todas as grandes empresas de mídia do mundo escolham espontaneamente as mesmas dezenas de notícias dentre as milhares que são diariamente descartadas?

O jornalista Glenn Greenwald, que não é nenhum conservador ou liberal (no sentido usado no Brasil), não poupou a imprensa americana em seu livro Sem lugar para se esconder – Edward Snowden, a NSA e a espionagem do governo amerecano. E o que Greenwald narrou em seu livro, de 2014, foi confirmado dois anos depois durante o processo eleitoral que elegeu Donald Trump, quando assistimos a toda a imprensa mundial anunciando a terceira guerra mundial caso o republicano fosse eleito, dentre outras catástrofes.

O jornalismo corporativo nos Estados Unidos é tudo, menos um outsider. Ele está integrado por completo ao poder político dominante no país. De um ponto de vista cultural, emocional e socioeconômico, os dois são uma coisa só. Jornalistas influentes, ricos, famosos não querem subverter o status quo que os recompensa de forma tão abundante. Assim como qualquer cortesão, mostram-se ansiosos para defender o sistema que lhes proporciona seus privilégios e desprezam qualquer um que desafie esse sistema.

O autor traz ainda um trecho de uma entrevista de um vencedor do Prêmio Pulitzer, Seymor Hersh, ao The Guardian, sobre a timidez dos jornalistas dos Estados Unidos, incapazes de desafiar a Casa Branca: Segundo ele, o The New York Times gasta muito tempo “bancando o lacaio do governo Obama”. O governo mente de forma sistemática, argumentou, “mas mesmo assim nenhum dos leviatãs da mídia norte-americana, as redes de televisão ou os grande veículos impressos” o contestam.

A proposta de Hersh para “consertar o jornalismo” era fechar as redações da NBC, da ABC, demitir 90% dos editores da mídia impressa e voltar ao trabalho fundamental dos jornalistas, que é ser outsider.”

E o mais importante de tudo que você deve saber sobre isso, há décadas, se não há séculos, o movimento revolucionário recrutou grande parte dos intelectuais para os seus quadros, esses mesmos que se arvoram de defensores da democracia, mas que veneram mesmo é um bom ditador e muito dinheiro.

Diante disso tudo, podemos concluir que:

1) Não é porque todos os órgãos da imprensa mundial repetem o mesmo mantra que eles falam a verdade;

2) A imprensa mundial se encontra nas mãos de poucos poderosos que fazem de tudo e possuem todos os meios para manter o seu poder sobre as massas;

3) A classe jornalística, salvo algumas honoráveis exceções, não busca investigar e divulgar a verdade, mas difundir informações que sejam mais convenientes para que possa continuar próxima ao poder e manter o seu fluxo de caixa.

Diante de tudo isso, vou repetir um conselho do livro Como mentir com estatísticas, de Darell Huff, que vale para isso também. Ao ler ou ouvir uma notícia, sempre faça as seguintes perguntas: 1) Quem está dizendo? 2) Como ele sabe? 3) O que está faltando? 4) Alguém mudou de assunto? 5) Isso faz sentido?

Não seja mais uma ovelha desavisada a balir ” Duas patas bom, quatro patas”, só porque ouviu do jornalista . Pesquise, estude e tire suas próprias conclusões.

1FRANÇA (3)

Le Figaro
Brasil nas garras da tentação autoritária
https://bit.ly/2vqsb0S

Le Monde por Rádio França Internacional RFI
Trump tropical, homofóbico e machista
https://bit.ly/2zMhaKL

Liberation
No Brasil, um ex-soldado para liquidar a democracia
https://bit.ly/2P9qIEZ

ALEMANHA (6)
ZEIT
Um Fascista Se Apresentando Como Homem Honesto
https://bit.ly/2y7Gskf

Der Spiegel
Jair Bolsonaro – ascensão de um populista de direita
https://bit.ly/2OzW22k

Frankfurter Allgemeine
Alerta vermelho para democracia
https://bit.ly/2Qr2YMC

Sueddeutsche
O demagogo do deserto é de repente uma nova estrela política no Brasil.
https://bit.ly/2DOTU2E

Deutsche Welle
Analistas alemães veem democracia no Brasil em risco
https://bit.ly/2IuN7Km

Handelsblatt
O fascista popular. Até agora, os políticos brasileiros são considerados corruptos e ineficientes, mas ideologicamente flexíveis e educados. Isso mudou com Jair Bolsonaro – o populista poderia até se tornar presidente. Uma história mundial.
https://bit.ly/2Iy10aB

ARGENTINA (2)
La Nacion
Linha dura e Messianismo: Bolsonaro, o candidato mais temido, se lança para a presidência.
https://bit.ly/2ya60NR

El Clarín
Jair Bolsonaro: militarista, xenófobo e favorito para a eleição brasileira
https://clar.in/2y7zImH

ÁFRICA DO SUL (1)
The Star
Mulheres brasileiras marcham contra ‘formas misóginas’
https://bit.ly/2NiZnOO

ÁUSTRIA (1)
Die Presse
Ex-Presidente Detido e o Trump Tropical
https://bit.ly/2NiHgIG

AUSTRALIA (3)
News.Au
Seria este o político mais repulsivo do mundo?
Pensando que Donald Trump é ruim? Conheça o possível presidente brasileiro cujas crenças repulsivas chocaram o mundo.
https://bit.ly/2IwRrIO

The Australian
Conheça o Candidato que é um risco à democracia
https://bit.ly/2xVQdCN

The Sydney Sunday Herald
Por que alguns no Brasil estão se virando para um explosivo candidato de extrema-direita para presidente?
https://bit.ly/2E09LvA

CHILE (3)
EL MERCURIO
“Bolsonaro assusta com soluções simplistas e autoritárias”
https://bit.ly/2OuWDSV

LA TERCERA
“Bolsonaro conseguiu captar o sentimento de revolta no Brasil”
https://bit.ly/2xU0sYj

LA CUARTA
Jair Bolsonaro: O Trump do Brasil.

ESPANHA (4)
El País
Bolsonaro é um Pinochet institutional para o Brasil
https://bit.ly/2DAJgfG

El Mundo
Lider Polemico. Bolsonaro: o candidato racista, homofóbico e machista do brasil.
https://bit.ly/2xYOzj4

La Vanguardia
Bolsonaro: o Candidato Ultradireitista que canalizou a insatisfação no Brasil
https://bit.ly/2Iy2UIh

El Confidencial
Jair Bolsonaro: o “Le Pen tropical” que pode ser o próximo presidente do Brasil.
https://bit.ly/2P9ETtH

ESTADOS UNIDOS (8)
Revista Time
Jair Bolsonaro ama Trump, odeia pessoas gays e admira autocratas. Ele poderia ser o próximo presidente do Brasil
https://ti.me/2wjfg16

Fox News
Um olhar sobre os comentários ofensivos do candidato brasileiro Bolsonaro
https://fxn.ws/2O0QMFI

HuffingtonPost
Jair Bolsonaro e o violento caos das eleições presidenciais no Brasil
https://bit.ly/2zNnod4

Washington Post
Um político parecido com Trump no Brasil poderia ter o apoio de um poderoso grupo religioso: os evangélicos
https://wapo.st/2Rk6tFZ

The New York Times
Brasil flerta com um retorno aos dias sombrios

Americas Quarterly
Ditadura militar iminente no Brasil? : Ganhando ou perdendo, a ascensão de Jair Bolsonaro coloca em perigo a jovem democracia brasileira.
https://bit.ly/2OWpYCW

Financial Times
O “trágico destino” brasileiro de uma rebelião antidemocrática surge novamente:
A raiva pública contra uma elite corrupta poderia precipitar outra revolta
https://on.ft.com/2DRGxyO

HOLANDA (1)
Der Volkskrant
Centenas de milhares de mulheres no Brasil nas ruas contra a extrema direita: “Ele nunca!”
https://bit.ly/2DQvPsj

ÍNDIA (1)
India Express
Deixe a polícia matar criminosos, diz o candidato presidencial do Brasil, Jair Bolsonaro
https://bit.ly/2NiJdFd

ITÁLIA (2)
La Republica
Bolsonaro, líder xenófobo e anti-gay que dá o assalto à Presidência do Brasil
https://bit.ly/2Qrb73H

Corriende della Sierra
Um pesadelo chamado Bolsonaro
https://bit.ly/2zNdkRF

MÉXICO (3)
La Jornada
Bolsonaro: O candidato Imprevisível
https://bit.ly/2OD93sh

Milenio
Bolsonaro, o Neofascista que seduz o Brasil
https://bit.ly/2zNQjhl

El Universal
Militar de ultra-direita: um voto pelo passado?
https://bit.ly/2P6jjWO

MOÇAMBIQUE (1)
O País
Bolsonaro que lidera sondagens de intenção de voto no país com a preferência de 27% dos eleitores terá irritado muitos brasileiros com comentários percebidos como sexistas, racistas e homofóbicos.
https://bit.ly/2DQlP29

PERU (1)
La Republica
Brasil resiste: a promessa autoritária de Bolsonaro é desafiada pelas mulheres.
https://bit.ly/2zFQ0Vy

PORTUGAL (2)
O Público
Bolsonaro, o jagunço à porta do Planalto
https://bit.ly/2xXbM5Y

Diário de Notícias
Jair Bolsonaro é perigo real no Brasil e segue passos de Adolf Hitler
https://bit.ly/2yaPMUz

POLONIA (1)
Gazeta Prawna
Trump brasileiro e outros. Escândalos de corrupção abrem caminho para o poder dos populistas
https://bit.ly/2xWanga

QATAR (MUNDO ÁRABE 1)
Al Jazeera
Milhares de Mulheres protestam contra Bolsonaro
https://bit.ly/2RhJjQF

REINO UNIDO (5)
The Economist (CAPA)
A mais nova Ameaça na América Latina
https://econ.st/2OuXKlO

The Times
Jair Bolsonaro, populista “perigoso” promete tornar o Brasil seguro
https://bit.ly/2uxPG8p

The Guardian
Trump dos trópicos: o candidato ‘perigoso’ que lidera a corrida presidencial do Brasil
https://bit.ly/2qKHkYA

The Telegraph
Dezenas de milhares dizem “ele não” ao principal candidato do Brasil
https://bit.ly/2qKHkYA

The Economist
Brasília, nós temos um problema
O perigo representado por Jair Bolsonaro
https://econ.st/2vxMFWu

SUÍCA (1)
Neuen Zürcher Zeitung
O Faxineiro Racista do Brasil
https://bit.ly/2QoJTdW

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Cláudia Morais Piovezan

Graduada em Direito pela Universidade Estadual de Londrina; Mestre em Direito Comparado e Ambiental pela Universidade da Flórida, Gainesville-FL; Idealizadora e organizadora do Fórum Educação, Direito e Alta Cultura; Aluna da Escola de Altos Estudos em Ciências Criminais e do Curso On line de Filosofia; Promotora de Justiça da Comarca de Londrina, no Estado do Paraná.

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