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Ensino Religioso do MEC minimiza importância da cultura Católica.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) oferece quatro formas de tratar o Ensino Religioso nas escolas. São elas:

Permitir que cada escola e sistema educacional se organize de acordo com a legislação vigente.
Seguir a interpretação do Supremo Tribunal Federal da constitucionalidade do ensino confessional nas escolas por ocasião do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4439.
Apresentar um estudo eminentemente histórico e descritivo das religiões, de maneira isonômica.
Problematizar as religiões e atuação social de suas instituições e lideranças a partir de “pressupostos éticos e científicos” das ciências humanas e sociais, deixando de lado toda perspectiva descritivo-teológica.
Não é difícil descobrir qual o Ministério da Educação escolheu para lidar com o tema: a última, pois é ela quem trás a relativização do sentimento religioso, é ela quem desenvolverá e trabalhará os pré-conceitos das crenças e instituições religiosas que lhe convém. Junte isso às aulas de sociologia que são recheadas de relativização da moralidade e a desconstrução de padrões sociais. Já sabemos o resultado.

Muitos pais religiosos estão preocupados com a militância professoral em sala de aula e veem suas crenças sendo ameaçadas, pois enquanto professores desconstroem o cristianismo, enaltecem crenças de origem indígena e africana.

As apostilas mostram que até o 5º ano (cerca de 10 anos de idade) os alunos serão bombardeados com narrativas, símbolos, mitos e divindades da Umbanda e do Candomblé sem, no entanto, nem de perto ter acesso com mesma intensidade sobre o cristianismo.

Aos poucos vemos as vertentes cristãs sendo catalogadas “apenas como religião”, passando isso de forma autoritária, como se o cristianismo fosse imposto de forma repulsiva aos cidadãos, retirando todo contexto social, cultural e sua importância no desenvolvimento de uma sociedade mais humana. As outras religiões, no entanto, não são passadas como uma doutrina, são classificadas apenas como “manifestações culturais legítimas”.

Veja algumas fotos destas apostilas:

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Redação Rádio MCI

A Rádio MCI tem como missão apresentar Música de qualidade, uma programação voltada para aquisição de Alta Cultura e a divulgação de informações relevantes para o público ouvinte, em especial assuntos que afetam diretamente nossas vidas no atual contexto sócio-político-cultural do Brasil, da América Latina e do Mundo.

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