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Aos vencedores as batatas?

Já em 2013 os brasileiros viram manifestações contra o estado das coisas. Dali várias e várias vezes milhares de pessoas foram às ruas protestar contra o estado das coisas. Veio a primeira grande batalha: a destituição da bulgara; ficou Temer. Veio a segunda batalha, muito mais feroz; eleições.
Nestas aqueles que organizaram aquelas apresentaram um candidato, muito humilde, o MITO e apenas isso. Quase 1 bilhão de dólares, do dinheiro dos contribuintes, foi colocado a disposição dos adversários. A campanha nestas proporções: 1 bilhão de dólares contra nenhum. Sem considerar o poder de fogo de toda a mídia, de todo o estamento estatal. A desproporção era de 1 para 1000, no mínimo, consideradas as armas todas. A batalhe decisiva se iniciou e após as primeiras escaramuças o adversário sentiu o peso do embate. Dali, concluiu que precisava usar do golpe definitivo: abater o Comandante.
Foi o que fizeram, e ele não morreu. Dali em diante, ele convalescente, as suas hostes firmes na batalha, cada um, como pode, reagiu. Primeiro turno, segundo turno e ele eleito. Hoje vemos, depois de tudo, que eles têm medo. De que tem medo? Medo do poder do adversário, que resistiu em batalhas de 1 para 1000 e venceu. Este fato, esta realidade humilha demais.
No entanto, a qual poder eles se referem, quando sentem medo? Pensam que por termos vencido a batalha os destruiremos? Pensam que vamos subjugá-los aos nossos caprichos? Creio que não é isso. É que esta derrota traz em si toda a realidade que os cercou e ainda os cerca. Primeiro eles verão que os seus comandantes os enganaram durante muito tempo, com promessas de um mundo melhor e com histórias que são fáceis de entender, mas que não dizem respeito ao que realmente se passa na realidade.
Venderam-lhes uma falsa história e a ilusão de um futuro jamais atingível, pois sem data para acontecer, sem forma nem aqui passível de descrever e nem lá, seja lá em que tempo. Pois, nossos adversários estão a viver uma metanoia, que é o contrário de uma paranoia; esta vivida por todos eles até aqui. Sugiro que tenhamos compaixão a todos eles. Apenas compaixão, pois outras batalhas virão; serão muitas e em batalha, não esqueçamos, não há lugar para compaixão. Pense nisso.

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