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A falsa democracia esquerdista – Partido de Marina poderá punir militante que declarar voto em Bolsonaro

No entanto liberará voto no substituto de Lula, Haddad

Na noite desta quarta feira (10) houve uma reunião na casa do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) em Brasília, afim de aprovar a decisão de proibir seus filiados a votar em Jair Bolsonaro (PSL). Quanto a militância, seria liberado o voto nulo ou optar pelo substituto de Lula, Fernando Haddad. Se alguém ligado à Rede, este sendo parlamentar ou dirigente, declarar voto em Bolsonaro, sofrerá punições, podendo ser expulso do partido.

A contraditória esquerda, como sempre pregando uma coisa e fazendo outra, acusa o outro daquilo que eles mesmos não o fazem. Neste caso em questão, praticar a democracia.

Que democracia seria esta a de Marina Silva, que impõe que um cidadão, mesmo este sendo seu filiado, apoie determinado candidato e pune caso venha a apoiar o outro? Não é a do nosso dicionário, certamente.

Na reunião estiveram presentes Marina Silva e parte dos senadores eleitos. A maioria foi crítico aos dois candidatos à disputa pela presidência no segundo turno das eleições, no entanto foram firmes ao determinar (impor) “Nenhum voto em Bolsonaro”.

A esquerda já não convence mais a ninguém com sua “fakecracia”.

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Flávia Bauso

Jornalista, publicitária e locutora, ribeirão pretana.

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