Eloi VeitMovimento Revolucionário

Da falácia da sustentabilidade

A sustentabilidade não passa de um milenarismo fajuta.

A expressão “sustentabilidade” exprime, para olhos atentos, o maior e mais bem-sucedido plano de controle do crescimento econômico exercido sobre países em desenvolvimento jamais visto na história. Para olhos que enxergam é malandragem das grossas.
A expressão não tem definição precisa, qualquer um diz sobre ela o que quiser. Por exemplo, pode-se dizer que ela designa a preocupação dos homens atuais com as gerações futuras, preocupação muitíssimo nobre quando expressa a necessidade de deixarmos para estas um planeta limpinho, nela está implícito também que somos destruidores vorazes da natureza e que algo tem que ser feito a respeito.
Na expressão está implícito o pensamento que diz que o homem é um voraz destruidor da natureza e ele é falso. A verdade é que o ser humano sempre se impressionou com o discurso do mundo que vai acabar. Neste caso está implícito de que tudo vai virar em sujeira e imundície e algo tem que ser feito hoje. Não passa de um milenarismo fajuta, no entanto poderoso para interesses nem um pouco confessáveis.
O fato é que o planeta terra é praticamente deserto de seres humanos. A população mundial de hoje, 7 bilhões de seres, caberia, com espaço de 1 metro quadrado para cada um, em um quadrado de 90 quilômetros de lado. Compare esta afirmação com o tamanho do planeta. São mentiras deste tipo que estão implícitas na expressão aqui analisada. Mas tem um agravante muito sério e precisa ser esclarecida.
Convencendo todo mundo que o inevitável é evitável, consegue-se impor agendas de dominação econômica e comportamental a todos os países em desenvolvimento e são um primor de engenharia e controle.
Em nome da necessidade de se salvar o planeta e as próprias gerações futuras da sujeira e da imundície, impõem-se, hoje, legislações e limitações ao desenvolvimento econômico as mais absurdas.
Vejamos um exemplo. As lâmpadas incandescentes foram descobertas e fabricadas pelos países centrais por muitos anos. Tempo depois as industrias dos países em desenvolvimento também conseguiam produzi-las em alta escala e a preços baixos; coisa que favorece sobremaneira a economia e o bem-estar das populações destas regiões.
Pois, em nome da salvação do planeta, diga-se em nome da sustentabilidade, impôs-se que estas lâmpadas não poderiam mais ser fabricadas e teriam que ser substituídas por uma tecnologia mais “limpa”, as lâmpadas LED.
Pois, adivinha quem detém as patentes e a tecnologia para fabricá-las? As economias centrais, que agora não tem mais concorrentes por aqui e tudo reina como deve reinar.
Existem muitos outros exemplos de legislações que são impostas às nações em desenvolvimento e que, na prática, as deixam dependentes economicamente. Sob o argumento de que devemos poluir menos, que devemos nos engajar na salvação do planeta, nos obrigam. A sustentabilidade é uma falácia monumental.

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