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Duas falácias de Haddad no debate da Record

Eleições 2018

Fernando Haddad, mais conhecido como poste de Lula nas eleições 2018, aquele que carrega a ingrata e degradante missão de resgatar da cadeia o marginal de nove dedos, proferiu várias bravatas no debate da TV Record, ocorrido no dia 29/09, domingo, como todos os candidatos presentes. Mas duas delas me chamaram mais a atenção, pois só podem ter algum efeito em um país que desconhece o seu passado e despreza suas raízes.

A primeira falácia proferida por Haddad diz respeito àquele que o comanda de dentro da cadeia, em Curitiba, Luiz Inácio Lula da Silva. Quando o Cabo Daciolo questionou Haddad sobre o que Lula representaria para ele, o ex-prefeito de São Paulo, considerado na época o pior prefeito do Brasil, estufou o peito e disse com leviano orgulho que Lula era um grande líder, o maior estadista da história do país! Oi?!

Quem é movido por emoções e sentimentos fajutos, desconhecendo a rica história desta grandiosa nação fundada pelos portugueses, certamente derramou uma lágrima de felicidade nessa hora. Mas quem conhece o Brasil, sabe das condições em que esse país foi forjado, esta pátria que já foi Colônia, Principado, Vice-reino e Império sabe que estadistas como D. João VI, D. Pedro I e D. Pedro II são infinitamente superiores a qualquer um dos presidentes da República que já tivemos, mesmo se considerarmos os mais preparados e intelectualmente brilhantes. O que dirá se compararmos esses grandes monarcas com Lula! Chega a ser covardia.

Mesmo alguns presidentes que já tivemos são estadistas superiores a Lula, como Getúlio Vargas, o Marechal Castello Branco e o General Médici, este sim talvez o maior estadista brasileiro de nosso período republicano. Lula não está nesse rol, mesmo que progressistas da ONU digam essa bobagem.

A segunda falácia de Haddad está relacionada à Educação. Para quem não sabe, ele foi ministro da Educação por muitos anos, e o que restou de sua gestão é a lembrança de algumas provas do ENEM com problemas relacionados à falta de segurança da informação, a criação do Fundeb, que liberou verbas que ajudaram a maquear a real situação de nossas escolas públicas, a tentativa de implantação do kit gay, que tiraria dos pais o direito de educar seus filhos conforme sua convicção pessoal (o que difere da escolarização que está em franca decadência há várias decadas), e a vergonhosa humilhação em seguidas avaliações em rankings internacionais.

Pois bem, para atacar Bolsonaro, que sequer estava presente no debate, Haddad proferiu uma frase de efeito daquelas que lemos em banheiros de boteco, em camisetas do assassino Che Guevara e ouvimos em rodas hippies depois do uso de substâncias ilícitas. Ele disse que gostaria que todos os jovens brasileiros tivessem um livro em uma mão e uma carteira de trabalho na outra, pois é com educação que se acaba com a violência, e não com mais violência! Fofo, não? Porém, qual a relação existente entre escolarização e violência? Se houvesse alguma, por que existem criminosos com ensino superior? E por que existem pessoas que nunca foram a uma escola e são honestíssimas? Caráter ou a falta dele está relacionado à natureza humana e como cada pessoa lida com seus próprios demônios. A propensão ao mal é algo com o que quase nenhum esquerdista consegue lidar, pois outra falácia proferida por Rousseau, a de que todo homem nasce bom mas a sociedade o corrompe, embota as idéias e sabota o raciocínio lógico. Relacionar alhos e bugalhos torna-se um atrativo eleitoral sem fundamentos!

Em suma, tome cuidado com o que Haddad diz, pois ele representa o desespero de um grupelho que não quer em hipótese alguma largar o osso, perder o cofre e consequentemente o poder que os sustenta!

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Davi Valukas

Davi Samuel Valukas Lopes nasceu no dia 06 de setembro de 1985, na cidade de Araraquara, no interior paulista. Filho de um trombonista, começou os estudos musicais no saxofone em 1996 na Congregação Cristã no Brasil, onde toca até os dias de hoje. Tornou-se instrutor musical na mesma igreja no ano de 2002, até o ano de 2016. Estudou piano clássico por quatro anos e guitarra blues por um ano. Ministrou oficinas de musicalização de 2009 a 2012 pela Secretaria Municipal de Cultura de Araraquara. Foi um dos fundadores de um projeto de musicalização infantil na periferia da cidade, no Jd. das Hortências, chamado Família Afro Son. Trabalhou na composição e interpretação da trilha sonora de espetáculos de dança junto com outros músicos de Araraquara. Mudou-se para Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em 2012. Na cidade, ministrou aulas de saxofone e teoria musical, tocou um ano e meio na Jazz Band Ladário Teixeira e atua desde 2016 na área de Treinamento e Educação Corporativa. Monarquista convicto, é co-fundador do Círculo Monárquico de Uberlândia. É graduado em Gestão de Recursos Humanos.

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