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MG não merece Dilma e Pimentel

Eleições 2018

Quando a Câmara dos Deputados aprovou o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, o presidente da sessão, Ministro Ricardo Lewandowski, deu uma rasteira na democracia e desvinculou o impedimento da inelegibilidade, manobra não prevista na lei. Ao fazer isso, os direitos políticos da guerrilheira búlgara não foram cassados por oito anos, como prevê a legislação. Era a jogada perfeita para reinserir Dilma no sistema político dois anos depois, ou seja, agora!

A capivara de Dilma contém uma vasta carreira como terrorista e guerrilheira durante o Regime Militar. Como muitos outros criminosos, Dilma foi beneficiada pela Lei da Anistia de 1979, que passou uma borracha nos crimes hediondos cometidos por guerrilhas de esquerda durante as décadas de 1960 e 1970, incluindo sequestros, assassinatos e assaltos a bancos. Tal benefício promoveu a entrada desses criminosos no sistema político através do voto.

Após construir sua vida política no Rio Grande do Sul, Dilma chegou ao primeiro escalão do governo Lula primeiro no Ministério de Minas e Energias e posteriormente no Ministério da Casa Civil. Ao chegar à presidência da República, Dilma pouco fez por Minas Gerais, seu Estado natal. Mas agora, ela quer ser senadora por MG, junto com Fernando Pimentel, governador petista que, não contente em afundar o estado por um mandato, agora quer o voto do povo mineiro para mais quatro anos de terror e decadência.

E por falar em Fernando Pimentel, a capivara do governador petista também está repleta de práticas criminosas. Minas Gerais não merece mais quatro anos de desgoverno desse homem. E não também essa mancha indelével em sua belíssima história, ou seja, reinserir no sistema político uma mulher que sofreu impeachment há dois míseros anos.

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Davi Valukas

Davi Samuel Valukas Lopes nasceu no dia 06 de setembro de 1985, na cidade de Araraquara, no interior paulista. Filho de um trombonista, começou os estudos musicais no saxofone em 1996 na Congregação Cristã no Brasil, onde toca até os dias de hoje. Tornou-se instrutor musical na mesma igreja no ano de 2002, até o ano de 2016. Estudou piano clássico por quatro anos e guitarra blues por um ano. Ministrou oficinas de musicalização de 2009 a 2012 pela Secretaria Municipal de Cultura de Araraquara. Foi um dos fundadores de um projeto de musicalização infantil na periferia da cidade, no Jd. das Hortências, chamado Família Afro Son. Trabalhou na composição e interpretação da trilha sonora de espetáculos de dança junto com outros músicos de Araraquara. Mudou-se para Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em 2012. Na cidade, ministrou aulas de saxofone e teoria musical, tocou um ano e meio na Jazz Band Ladário Teixeira e atua desde 2016 na área de Treinamento e Educação Corporativa. Monarquista convicto, é co-fundador do Círculo Monárquico de Uberlândia. É graduado em Gestão de Recursos Humanos.

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