Eleições 2018Política

O caso do triplex e a “injustiça” com Lula – texto de Silas Oliveira

Texto escrito pelo meu amigo Silas Oliveira.

Argumentos vão e vem de um lado a outro sobre a prisão de Lula, condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O ex-presidente e seus seguidores dizem que ele foi preso sem provas, repetem a narrativa sem descanso. Já os outros, acompanhados de um juiz federal e três desembargadores, alegam que haviam provas mais que suficientes. De uma forma ou de outra o que aconteceu com Lula foi injustiça.
Lula deveria estar na cadeia, disso não há a menor dúvida, só que por delitos muito mais graves: homicídios (no plural), tráfico de drogas internacional, tráfico de influências, corrupção ativa, terrorismo e por aí vai. A lista é tao grande que um artigo não basta, seria necessário um calhamaço.
No livro Assassinato de Reputações II, Romeu Tuma Jr. acusa Lula e dois de seus Ministros de envolvimento direto no assassinado de Celso Daniel. O livro tem quantidades de provas e apesar disso o caso sequer foi investigado depois de sete testemunhas do crime terem sido mortas.
Lula trabalhou incessantemente para defender interesses de outros países, tirando dinheiro do Brasil para financiar mega-estruturas em ditaduras amigas, perdoando dívidas milionárias (o que depois seria retribuído com malas cheias de dinheiro em época de campanha), extorquindo empresas nacionais para financiar campanhas de ditadores, como foi o caso na campanha de Maduro que a Odebrecht foi forçada a colaborar com 7 milhões de dólares e a Andrade Gutierrez com 4.
Já no tráfico de drogas Lula ajudou a financiar obras como a infame Estrada da Coca na Bolívia, deu cobertura a grupos de traficantes como as FARC, tirou bandidos dessa organização que estavam na cadeia, presidiu o Foro de Sao Paulo com integrantes do grupo terrorista colombiano e inclusive recebeu 5 milhões de dólares dessa organização para uma de suas campanhas. Facilitou ao máximo a entrada de drogas e armas no Brasil. Transformou o País em um narco-estado, lição que aprendeu de Fidel Castro, Hugo Chavez, Nicolas Maduro e Evo Morales.
Comprou políticos para que aprovassem os projetos que o PT precisava pra tornar-se indestrutível, negociou desde um hotel de luxo em Brasília, cercado por seus seguranças pessoais cubanos, para que os deputados votassem contra o impeachment.
Na segurança nacional abriu fronteiras, encheu o Brasil de militares cubanos, venezuelanos, entregou nossos segredos militares a outros países, deixou a tríplice fronteira (Brasil, Argentina e Paraguai) se tornar um porto-seguro para terroristas islâmicos e financiadores de grupos terrorista. Criou reservas indígenas falsas para que nossos minerais pudessem ser roubados sem que fossemos lá incomodar os novos donos de nossas riquezas. Fortaleceu o MST que é um grupo terrorista que ataca os produtores rurais. Fortaleceu o PCC e o Comando Vermelho. Se reunia em segredo com outros presidentes/ditadores vizinhos para planejar o futuro do nosso País.
Crimes eleitorais que não precisam ser descritos aqui porque podem ser acompanhados ao vivo nessas eleições.
Pode-se considerar a transformação das escolas em centros de treinamentos de militantes e o aumento vertiginoso do número de homicídios que o Brasil alcançou os crimes mais graves do petista.
A lista de crimes e traições que esse homem cometeu é grande e a documentação é farta. Quantidade de livros foram escritos, testemunhos dados, vídeos gravados, provas suficientes para guardar Lula atrás das grades pelo resto de sua vida e ainda assim o que se acusou foi somente de levar nosso dinheiro. Não tenho nenhuma habilidade sociológica ou psicológica para saber se isto é um reflexo de uma sociedade que só pensa em dinheiro ou da covardia de um povo que tem medo de sentir medo e descobrir o tamanho do abismo. Se tenho uma certeza é a de que Lula foi injustiçado, isso sim ele foi.

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Davi Valukas

Davi Samuel Valukas Lopes nasceu no dia 06 de setembro de 1985, na cidade de Araraquara, no interior paulista. Filho de um trombonista, começou os estudos musicais no saxofone em 1996 na Congregação Cristã no Brasil, onde toca até os dias de hoje. Tornou-se instrutor musical na mesma igreja no ano de 2002, até o ano de 2016. Estudou piano clássico por quatro anos e guitarra blues por um ano. Ministrou oficinas de musicalização de 2009 a 2012 pela Secretaria Municipal de Cultura de Araraquara. Foi um dos fundadores de um projeto de musicalização infantil na periferia da cidade, no Jd. das Hortências, chamado Família Afro Son. Trabalhou na composição e interpretação da trilha sonora de espetáculos de dança junto com outros músicos de Araraquara. Mudou-se para Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em 2012. Na cidade, ministrou aulas de saxofone e teoria musical, tocou um ano e meio na Jazz Band Ladário Teixeira e atua desde 2016 na área de Treinamento e Educação Corporativa. Monarquista convicto, é co-fundador do Círculo Monárquico de Uberlândia. É graduado em Gestão de Recursos Humanos.

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