Davi ValukasEleições 2018JornalismoMovimento RevolucionárioPolítica

O silêncio antes da vitória

Eleições 2018

Entramos no reta final rumo a um dia histórico para a democracia brasileira. No dia 7 de outubro, não teremos apenas mais uma eleição majoritária como ocorre a cada quatro anos. Será um divisor de águas, para o bem e para o mal. Será o dia em que decidiremos se nosso país rompe suas relações com um sistema corrupto e diabólico ou se o abraçamos de vez e mergulhamos no inferno.

Desde os anos 90 o Foro de São Paulo vem castigando a América Latina com um projeto de poder que ocasiona a miséria, a violência e o caos. A fome na Venezuela, a recessão na Argentina, a violência urbana no Brasil, a violência anti-religiosa na Bolívia. Tudo isso está diretamente ligado ao FSP, organização criada por Fidel Castro e Lula em 1990 e que congrega partidos de esquerda, organizações terroristas, como o MIR chileno, e narcoguerrilhas, como as FARC.

De alguns anos para cá, o povo latinoamericano vem se rebelando contra a tirania do FSP, principalmente em países como Paraguai, Argentina e Colômbia, que elegeram presidentes notoriamente antagonistas do Foro. Mas esse processo não tem sido fácil. A sujeira do esquema dificulta o combate, já que o aparelhamento de setores como a mídia, a academia e o poder judiciário fortalece uma narrativa que pretende manter esse sistema em pleno vigor.

Cabe aqui salientar o contexto em que a esquerda do continente se fortaleceu. Na década de 50, em plena Guerra Fria, a Revolução Cubana criou um satélite soviético colado nos Estados Unidos, e o projeto de comunizar o continente todo gerou reações fortes por parte dos militares, o que gerou uma guerra de mais de duas décadas; de um lado o Estado usando a força para barrar o avanço da foice e do martelo através do poderio militar, de outro as guerrilhas vermelhas tentando tomar o poder através de atos criminosos. Mas o que venceu na mentalidade popular foi a narrativa de que os regimes militares eram ditaduras sangrentas e os guerrilheiros, vítimas lutando contra a opressão em favor da democracia.

A supracitada narrativa criou uma espiral do silêncio, que por sua vez possibilitou que a esquerda reinasse no continente quase sem reações adversas. E ela gostou tanto desse poder que criou o FSP para perpetuá-lo maleficamente pela eternidade!

Temos agora a chance de eleger um homem que não está atrelado a esse sistema demoníaco. Temos a chance de dar um primeiro passo na direção correta. Sabemos que não será fácil, que os demônios gritam bastante antes de deixarem o corpo sofrido do endemoninhado, mas jamais venceremos sem valorosamente colocarmos nossas espadas do voto a serviço da pátria, de nossas famílias e de nossa liberdade!

Em suma, caso elejamos Jair Messias Bolsonaro, teremos anos difíceis pela frente, com um enfrentamento sujo por parte da esquerda. Mas se elegermos Haddad ou qualquer um dos outros com chances de vencer (sabemos que é Jair ou PT), os próximos anos serão muito mais difíceis, com o risco real de perda de nossa liberdade. Domingo, dia 7 de outubro, é Jair ou já era! Vamos liquidar essa incógnita no primeiro turno?

Tags
Ver mais

Davi Valukas

Davi Samuel Valukas Lopes nasceu no dia 06 de setembro de 1985, na cidade de Araraquara, no interior paulista. Filho de um trombonista, começou os estudos musicais no saxofone em 1996 na Congregação Cristã no Brasil, onde toca até os dias de hoje. Tornou-se instrutor musical na mesma igreja no ano de 2002, até o ano de 2016. Estudou piano clássico por quatro anos e guitarra blues por um ano. Ministrou oficinas de musicalização de 2009 a 2012 pela Secretaria Municipal de Cultura de Araraquara. Foi um dos fundadores de um projeto de musicalização infantil na periferia da cidade, no Jd. das Hortências, chamado Família Afro Son. Trabalhou na composição e interpretação da trilha sonora de espetáculos de dança junto com outros músicos de Araraquara. Mudou-se para Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em 2012. Na cidade, ministrou aulas de saxofone e teoria musical, tocou um ano e meio na Jazz Band Ladário Teixeira e atua desde 2016 na área de Treinamento e Educação Corporativa. Monarquista convicto, é co-fundador do Círculo Monárquico de Uberlândia. É graduado em Gestão de Recursos Humanos.

Artigos relacionados

Deixe uma resposta

Fechar
%d blogueiros gostam disto: