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PT: o plano final

Os seis passos para roubar a eleição

Detalhando o artigo anterior:

  1. um fato grave novo fabricado e que possa ligar a Bolsonaro: poderia ser, por exemplo, um ataque de alguém que se finja militante de Bolsonaro contra Haddad ou Manuela;
  2. uma teoria de como esse fato mudará a opinião dos eleitores: que o ataque gerou comoção pública e as pessoas viram quem era de verdade o Bolsonaro;
  3. pesquisas divulgadas na véspera mostrando empate técnico: Estão marcadas para a véspera a divulgação das pesquisas do Ibope, Voz Populi e Big Time Real Data. As duas primeiras controladas pelo PT e a terceira tem o dono envolvido com o Governo do PSB da Paraíba em recebimentos de mais de R$200 milhões. O PSB é membro do Foro de São Paulo;
  4. fraude nas urnas ou na contagem dos votos: o obscuro sistema eleitoral onde ninguém pode saber quem fabrica as urnas, que software usa, não se pode auditar e não se pode duvidar;
  5. censura das denúncias de fraude: Como a ameaça do Ministro de Segurança Pública Raul Jungmann e o documento dele com a Ministra Rosa Weber proibindo a divulgação de problemas nas urnas e
  6. mídia e políticos da falsa oposição repetindo que por respeito à democracia devemos respeitar o resultado: Folha de São Paulo, Globo, FHC e outros políticos já manjados. Em 2014 quem fez o trabalho sujo com a imprensa foi Alvaro Dias, que pouco depois do resultado foi para a TV legitimar o resultado estranho.

 

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