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PRECISAMOS FALAR SOBRE FRAUDES NAS URNAS ELETRÔNICAS

Por Dante Mantovani

 

Pouco após o início das eleições de 07 de Outubro de 2018, relatos de fraudes, mal funcionamento de urnas eletrônicas e situações descabidas inundaram as redes sociais.

Vindos dos mais diversos locais, estados, cidades, repletos de indignação, os denunciantes apresentavam queixas muito parecidas:

-Após o voto para governador encerrava-se a votação, mesmo faltando ainda o voto para presidente;

-Após o voto para presidente aparecia mensagem de erro;

-Ausência da foto do candidato do PSL, Jair Bolsonaro;

-Urnas que desligavam sozinhas;

-Registros em vídeo de cidadãos de várias localidades, indignados por não terem conseguido votar em seu candidato à presidência da República, claro, sempre que este candidato era Jair Bolsonaro;

O maior argumento para utilização das urnas eletrônicas é o de através de seu uso “garantir a segurança do processo eleitoral”. Ora, como pode ser seguro um processo eleitoral em que mais de 30 mil urnas eletrônicas são denunciadas como veículos de irregularidades – e pior, sempre em desfavor de um mesmo candidato?

Em 2015, o Congresso Nacional aprovou a lei 13.165, vetada por Dilma Rousseff, que re-instituía o voto impresso, de autoria de Jair Bolsonaro, o mesmo candidato que agora é prejudicado pelos relatos de fraudes nas urnas eletrônicas.

Em 06/06/2018 , instado pela procuradora geral da república, Raquel Dodge, o STF derrubou, por 8×2 votos, a lei que instituía o voto impresso nas eleições de 2018, em flagrante ato de ativismo judicial e usurpação das atribuições do poder legislativo.

Mais uma vez, o argumento usado é o da “segurança e lisura do processo eleitoral”, o que 30 mil relatos de fraude já demonstraram ser impossível de se obter através do uso de urnas eletrônicas.

No entanto, o atual Ministro da Segurança Pública do Governo Michel Temer, notório militante filiado ao antigo partido comunista brasileiro (hoje PPS), Raul Jungmann, veio a público no dia da votação para dizer que questionamentos acerca das urnas eletrônicas são “inaceitáveis”.

Sabemos do apreço que os comunistas têm pela censura dos meios de imprensa, e também como detestam ser questionados. Uma pausa para mais um parágrafo sobre Raul Jungmann: ele foi Ministro do Desenvolvimento Agrário de Fernando Henrique Cardoso (outro notório comunista), e sua atuação frente à pasta foi efusivamente elogiada por Fidel Castro, líder do movimento comunista na América Latina.

A outra autoridade que se levanta contra qualquer questionamento às urnas eletrônicas é a atual Procuradora da República, Raquel Dodge, indicada por Michel Temer, irmão do capo comunista Milton Temer, e vice na chapa da comunista Dilma Rousseff em 2014.

Raquel Dodge cumpriu muito bem seu papel, e ainda ameaçou, no dia  das eleições, usar o aparato de Estado para perseguir e punir quem ousasse colocar em xeque a “inquestionável confiabilidade” das urnas eletrônicas.

Parece que, coincidentemente, todos que trabalham para implantar o sistema comunista na América Latina detestam questionamentos e amam as urnas eletrônicas.

Mas sigamos adiante, vamos enumerar algumas razões pelas quais as urnas eletrônicas podem – e devem – ser alvo de questionamentos:

1-Ora, como é possível que as urnas eletrônicas sejam utilizadas sob o pretexto de garantir a lisura das eleições e ao mesmo tempo jamais poderem ser alvo de qualquer questionamento? Se a intenção fosse realmente garantir a lisura das eleições então todo questionamento deveria ser muito bem-vindo;

2- As urnas adotadas no Brasil são de fabricação venezuelana, e são as mesmas que garantiram “vitória” atrás de “vitória” para Nicolás Maduro na Venezuela, para Evo Morales na Bolívia, para Manuel Santos, capacho das FARC, na Colômbia, para o PT no Brasil. O que Santos, Morales, Maduro, Lula e Dilma Rousseff têm em comum, além de terem chegado ao poder através da mesma urna eletrônica? Ambos fazem parte, com seus respectivos partidos e movimentos, do Foro de São Paulo, organização comuno-terrorista criada por Lula e Fidel Castro nos anos 1990, e que em 1993 recebeu a chancela e o apoio da elite mega-bilionária globalista, por intermédio de George Soros, patrocinador do Inter-American Dialogue, think-tank criado para auxiliar a tomada do poder na América Latina pela esquerda.

3-) Essas mesmas urnas eletrônicas tão apreciadas pelos membros do Foro de São Paulo, foram resolutamente rechaçadas nos EUA, país mais avançado do mundo no quesito tecnologia, e que ainda utiliza um sistema de votação manual, assim como a maioria dos países mais desenvolvidos do mundo.

4-) Também nos EUA, em Março de 2015, aconteceu um evento mundial em Washington D.C, no National Press Club, denominado “Conclave para a Democracia”, no qual cientistas políticos, engenheiros e ativistas de toda América Latina denunciaram fraudes eleitorais no continente, e todas elas possuíam um denominador comum: urnas eletrônicas fabricadas pela Smartmatic.

5-) O filósofo Olavo de Carvalho participou do referido conclave, e explicou em sua fala como o uso das urnas eletrônicas se encaixam na estratégia comuno-gramscista de tomada de poder na América Latina e em especial no Brasil: através do aparelhamento das instituições de estado por militantes comunistas , a adoção das urnas eletrônicas funciona como um instrumento de controle eleitoral, vez que a apuração dos votos fica em mãos somente de técnicos do Estado – estado este infiltrado de militantes comunistas – e deixa de ser realizada pelo povo.  Olavo de Carvalho escreveu recentemente que não se pode minimizar o resultado das fraudes eleitorais mediante emprego de urnas eletrônicas:

 

 

Ora, se o povo não tem direito de apurar os votos, ou de auditar os instrumentos de votação, não há porque se falar em democracia.

6-) Outro dado relevante: neste primeiro turno de 2018 é que quando apenas 10% das urnas da região Sudeste haviam sido apuradas, Jair Bolsonaro estava com 49,02% dos votos válidos, quando então sua vitória no primeiro turno seria já matematicamente certa, visto que no Sudeste sua vantagem era avassaladora. Houve então 15 minutos de pausa nas apurações, e a partir de então ao invés de se confirmar a tendência de alta, o candidato do PSL não parou de cair, tendo estacionado no patamar de 46% dos votos válidos, o que é impossível de ser verdadeiro, visto que somente no maior colégio eleitoral, o de São Paulo, Bolsonaro venceu com diferença avassaladora em 600 das 635 cidades do Estado:

7-) A mudança dos resultados reais pode ser efetuada mediante emprego de um simples programa informático em um punhado de urnas, ou no momento da totalização dos votos, que estabeleça uma porcentagem prévia distinta para cada candidato. Mesmo que a urna esteja zerada no início da votação, pode estar programada com algoritmos que entreguem uma proporção distinta de votos para cada candidato em relação à proporção real. Exemplo, a cada 10 votos computados para o candidato “A”, 20 votos são enviados para o candidato “B”; ou, para cada voto que tenha o candidato B, 2 votos do candidato “A” são apagados.  Este programa pode facilmente ser inserido em qualquer urna, mesmo após o relatório da zerésima, que comprova nenhum voto estar registrado previamente para os candidatos, pois o funcionamento do algoritmo se dá à posteriori, ou seja, durante e/ou após a votação.

O programa que vai rodar a fraude pode ser inserido por qualquer um que tenha acesso às urnas, sejam fiscais, funcionários do TSE, responsáveis pelo transporte, mesários- o que considerando o aparelhamento do estado por militantes comunistas não é nem um pouco difícil de se imaginar.

8-)Outra possibilidade de se realizar fraudes nas urnas eletrônicas é no processo de transporte das urnas de um local a outro, ou mesmo no transporte dos disquetes contendo os votos. Toda urna eletrônica salva os resultados em disquetes/pendrives que são manuseados pelos técnicos do TSE e ficam sob custódia dos responsáveis pelo transporte durante um período de tempo considerável, que pode funcionar como um “ponto cego”, no qual pode acontecer alguma fraude. Para fiscalizar todo esse processo em todo o país é praticamente impossível, uma vez que o povo não pode sequer se aproximar desses disquetes ou das urnas eletrônicas após o fim das votações. Já nas votações com voto impresso, o povo acompanha de perto a contagem dos votos – e a recontagem, quando há necessidade. No atual sistema, resta ao povo a fé cega no sistema implantado pelo TSE.

9-) Sabemos que o PT, nos 13 anos que passou no poder aparelhou todas as instituições do Estado Brasileiro, inclusive – e com força – o poder judiciário, na chamada “grande marcha para dentro do estado”, na qual militantes petistas ocuparam – já mesmo antes do PT vencer as eleições de 2002 – postos chave em todos os escalões do Estado Brasileiro. A atual presidente do TSE, Rosa Weber, aliás, foi indicada ao cargo que ocupa pelo PT, o mesmo PT que desde a implantação das urnas eletrônicas jamais perdeu uma eleição presidencial. Isto pode ser uma imensa coincidência, mas pode não ser.

10-) O TSE possui um banco de dados com informações de todos os eleitores brasileiros. Quando as informações sobre votação saem dos TREs são gravadas na central em um banco de dados, que pode ser facilmente substituído por informações distorcidas. Basta que alguém mal-intencionado tenha acesso ao sistema, por poucos segundos.

11-)Como não bastasse, o homem à frente da Smartmatic, George Mark Malloch Brown, é o mesmíssimo homem que está à  frente da maior organização de George Soros, sua Open Society Institute  é  da Smartmatic, a empresa venezuelana responsável por dar “lisura ao processo eleitoral” brasileiro.

12-) George Soros, um homem com estreitas relações com o alto comando da Smartmatic, mais uma vez através do seu think tank Inter American Dialogue, promoveu uma reunião em 25/09 deste ano de 2018 com próceres do esquerdismo pan-americano para discutir o seguinte tema :como destruir a candidatura de Jair Messias Bolsonaro.

13-) No mesmo dia, a jornalista Joice Hasselmann denunciou a entrada de U$600 milhões (de dólares) no Brasil, destinados a grandes veículos de mídia do Brasil, os quais na última semana antes do primeiro turno desferiram um plêiade de inverdades e ataques inacreditavelmente rasteiros contra Jair Bolsonaro. A máquina de mentiras de Soros atacou também por meio de veículos a ele alinhadas na mídia internacional , como a Revista TIME, que também publicou uma série de mentiras sobre o candidato, visando miná-lo internacionalmente. Desfizemos estas mentiras neste ARTIGO.

É simples de entender o porquê de tantas calúnias: se Bolsonaro questionar a “lisura das eleições” não obterá nenhum apoio internacional, visto que foi pintado como um troglodita nazista pelos veículos alinhados com Soros.

14-) Além desses dados relevantes, no dia 15/09/18, a Polícia Federal apreendeu U$16 milhões de dólares vindos da Guiné Equatorial , país muito “ajudado” por Lula, que mandou bilhões de reais do dinheiro dos impostos pagos pelo povo brasileiro para sustentar inúmeras ditaduras decrépitas em todo o mundo, dentre as quais as ditaduras da Venezuela, de Cuba, da Guiné Equatorial e de Angola.

George Soros, por sua vez, foi grande entusiasta e apoiador de Lula desde 1993, quando assinou juntamente com Fernando Henrique Cardoso o Pacto de Princeton, no qual o mega-bilionário ficou com as divisas das riquezas minerais do Brasil – por meio de sua Open Society – em troca de seu apoio ao projeto de poder tucano-petista, que já dura 24 anos, e que agora está gravemente ameaçado por um candidato não-alinhado – Jair Messias Bolsonaro.

15-) Jair Bolsonaro é um grande empecilho para este esquema que funciona tão bem há 24 anos, e então, no dia 06/09/18…..Ele sofre uma tentativa de homicídio, um ato terrorista brutal, na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais, por um homem que trabalhava na campanha de Dilma Rousseff (PT) ao Senado por Minas Gerais. Fica impossibilitado de dar continuidade à sua vitoriosa campanha de rua, que arrastava milhões de pessoas numa onda de apoio popular jamais vista na História do Brasil.

16-)Pouco depois do atentado, em 21/09, um terrorista do Hezbolah,  Assad Ahmad,  foi apreendido pela PF, por denúncias de crimes de lavagem de dinheiro. Quando presidente do Brasil, eleita por urnas eletrônicas da Smartmatic, Dilma Rousseff, do PT, declarou rasgado apoio ao terrorismo do grupo Hezobolah, Fatah e Estado Islâmico.  George Soros também é grande entusiasta do terrorismo islâmico, e trabalha com força e muitos recursos para que essa “vertente” do islã ocupe a Europa por inteiro.

Soros tem também um grande entusiasmo pelas urnas eletrônicas, assim como os militantes petistas que ora exercem funções de estado, inclusive na fiscalização e execução das eleições.

17-)A voz do povo nas ruas, neste dia 08/10, um dia após as eleições é unânime: as urnas eletrônicas viram motivo de piada.  Suspeitas surgem de todas as partes, portanto, arautos do TSE, da PGR, do Ministério da “Segurança” – os questionamentos acerca das urnas eletrônicas, feitos a essa altura por milhões de populares, são legítimos. Negá-los ou, pior, tentar censurá-los, é prova mais do que concreta de que já vivemos em uma ditadura que não tem o menor respeito pela democracia.

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Redação Rádio MCI

A Rádio MCI tem como missão apresentar Música de qualidade, uma programação voltada para aquisição de Alta Cultura e a divulgação de informações relevantes para o público ouvinte, em especial assuntos que afetam diretamente nossas vidas no atual contexto sócio-político-cultural do Brasil, da América Latina e do Mundo.

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